Três laticínios associados à Apil/RS são cadastrados no Sisbi

 

Mais três agroindústrias ligadas à Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil/RS), foram cadastradas no Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA).  Com cadastro destas empresas no ministérios da agricultura ,as indústrias estão aptas  a comercializar em todo território nacional. A inclusão no sistema, que equipara as exigências para inspeção estadual ao padrão nacional e libera o acesso a novos mercados, foi comunicada pelo Ministério da Agricultura à Secretaria Estadual da Agricultura do Rio Grande do Sul.

 

Para o presidente da Apil/RS, Wlademir Dall’osco, a entrada em novos mercados significa maior competitividade e um crescimento nos resultados. “Com essa abertura vamos passar a vender para fora do Estado, especialmente para São Paulo. Com isso, vamos deixar de ser reféns do mercado interno e esperamos atingir um crescimento de 10% a 20% nos próximos dois anos, além de empregar mais gente e gerar mais tributos para o Estado”, ressalta.

 

No total foram cadastradas seis empresas gaúchas, sendo quatro do setor lácteo e três associadas da Apil/RS. São elas a Boavistense, de Nova Boa Vista, a Frizzo, de Planalto, e a Bio, de Boa Vista do Sul, além do laticínio Sans Souci, de Eldorado do Sul, que já contava com a autorização. Ainda de acordo com Dall’Bosco, o selo Sisbi vai oferecer mais condições de mercado para que essas agroindústrias possam investir e produzir mais. “Temos mais de dez laticínios no Rio Grande do Sul que estão investindo e se estruturando para atender todas as exigências e solicitar o cadastro junto ao Ministério da Agricultura”, afirma.

 

Ao ingressar no Sisbi, as empresas precisam atender aos requisitos de padronização e harmonização dos procedimentos de inspeção de produtos de origem animal para garantir a inocuidade e segurança alimentar, como destaca Dall’Bosco. “Todo o setor da agroindústria que trabalha com leite tem que atender rigorosamente a legislação. Esse é um trabalho que está sendo feito com muito êxito por toda a cadeia, desde o produtor, passando pelas agroindústrias até chegar aos órgãos federais e estaduais”, observa.

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