Prosa Apil

A Apil/RS dará início a uma série de lives pelo Facebook da entidade. Quinzenalmente, a Prosa Apil trará convidados entre associados, representantes do setor lácteo e na área de gastronomia. A primeira live ocorrerá na próxima terça-feira, dia 14 de julho, às 19h, com o sócio-proprietário do Laticínio Sarandi, Norton Favretto. A apresentação é do jornalista Nestor Tipa Júnior, da Assessoria de Comunicação AgroEffective – especializada em...

Osmar Redin assume como assessor executivo da Apil/RS

A Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil/RS) conta a partir deste mês de junho com a presença entre seus associados e colaboradores de Osmar Redin, que exercerá o cargo de assessor executivo da entidade. Natural de Sobradinho (RS), com formação em Direito e Administração Rural, e técnico em agropecuária, ele é especialista em gestão de pessoas em organizações cooperativas, em produção e gestão agropecuária, assim como em administração rural e cooperativismo. A experiência profissional de Redin é extensa com trabalhos realizados em empresas, cooperativas e instituições como a Avipal, Ipar Alimentos, Intermaq, Cooagril, Agricoop, Cooplib e Ceasa. Também foi chefe de gabinete da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR). Na Apil/RS, Redin fará assessoria e consultoria à direção da entidade na condução dos objetivos administrativos, inclusive representando a Associação em repartições públicas e privadas, reuniões, congressos e eventos em geral. “O principal objetivo é ajudar a diretoria a desenvolver o trabalho da Apil/RS. Precisamos que os associados se sintam parte da entidade e para isso é preciso aumentar a relação de confiança entre as entidades e trabalhar em conjunto”, afirma. Redin coloca que também é importante que os associados digam para a diretoria o que mais valorizam na Associação e o que esperam dessa gestão, onde o trabalho deve ser focado. “Outra frente que devemos trabalhar é no fortalecimento da posição da Apil/RS perante às instituições públicas e privadas. E, por fim, na defesa dos associados em relação às questões legais e tributária junto ao governo do Estado e da União”, salienta, destacando ainda a importância em trabalhar junto...

Dia mundial do leite

Um brinde ao Dia Mundial do Leite! Também chamado de ouro branco, nesta data queremos homenagear quem produz e quem consome, direta ou...
COMUNICADO: Foco da indústria é manter captação, abastecimento e pagamentos em dia

COMUNICADO: Foco da indústria é manter captação, abastecimento e pagamentos em dia

Frente à pandemia de Covid-19 que impôs à indústria uma situação sem precedentes, o Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) e a Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil/RS) vêm alertar: – As indústrias estão concentrando seus esforços, neste momento, em manter as fábricas abertas e a captação normalizada, evitando perda de leite no campo. O foco é produzir para abastecer a população que está em casa e manter pagamentos em dia ao produtor para que os tambos e as famílias que deles dependem tenham estabilidade financeira para atravessar a quarentena. – Sobre dados divulgados pelo Conseleite no dia 28/04 que indicaram elevação de preço do leite em abril, as indústrias informam que eles limitam-se à realidade de um momento atípico e pontual vivido até o dia 10/4. Qualquer pretensão de usar esse indexador para um prognóstico do mês inteiro, como de costume, resultará em uma margem de erro elevada. Sindilat e Apil reconhecem a seriedade e eficiência do estudo realizado pelo colegiado ao longo dos últimos 14 anos, tanto que o utilizam como referência para negociação do preço do leite no campo. Pontualmente neste último levantamento, a projeção do Conseleite foi desviada de seu curso estatístico pelo imprevisto da pandemia. Além disso, o estudo não considera cenários de não-venda de derivados e, desta forma, não avalia a existência de estoques elevados que geram desequilíbrio severo entre oferta e demanda. – Temos consciência que o futuro do setor lácteo, assim como de diversos outros ramos da economia, é incerto e preocupante. Enfrentamos falta de colaboradores nas linhas de produção, dificuldades logísticas e,...

NOTA DE PESAR

A Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil/RS) informa, com profundo pesar, o falecimento de Rejane Lourdes Liell Dall’Bosco, esposa do nosso ex-presidente Wlademir Dall’Bosco. Rejane, sempre companheira, esteve junto conosco nestes anos de convívio dentro da associação ao lado do nosso ex-presidente de forma atuante e apoiando todas as ações, sempre com carinho, alegria e amizade com todos. Lamentamos esta enorme perda para todos nós e nos solidarizamos com toda a família e amigos neste momento de...

Alimentos, Covid-19 e boas práticas. Seja vigilante e preventivo!

É importante lembrar: a produção de alimentos e bebidas é um atividade considerada essencial de acordo com o Decreto 10.282, de 20 de março de 2020. E nesse momento em que enfrentamos a pandemia do Coronavírus (Covid-19), há uma série de recomendações que devem ser tomadas, principalmente na circulação de mercadorias e cuidados pessoais na logística. O cumprimento das Boas Práticas garante a entrega de alimentos seguros, e reduz o risco de disseminação da doença entre os colaboradores envolvidos na cadeia produtiva de alimentos. Fonte: Nota Técnica Nº...
Indústrias lácteas buscam capital de giro para manter recolhimento de leite

Indústrias lácteas buscam capital de giro para manter recolhimento de leite

A pandemia causada pelo Coronavírus (Covid-19) reduziu em 40% a capacidade de venda das indústrias de leite e queijos. Segundo o presidente da Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil/RS), Delcio Giacomini, o setor vem recebendo o produto do campo, mas não consegue repassar ao consumidor a totalidade desta produção industrial. Na avaliação do dirigente, os governos têm que ter uma posição muito clara e transparente em iniciativas de geração de capital de giro para poder bancar o leite produzido pelo produtor que as indústrias recebem. “Produzimos a totalidade, mas não vendemos 40%, é um montante bem significativo. O mercado não está bom e sem uma reação teremos que reduzir o preço para o produtor no campo. Quando não pagamos o que o produtor merece, pagamos todos juntos, produtor e indústria”, observa. A expectativa, conforme Giacomini, é com a regressão dos efeitos da pandemia para que haja uma retomada da normalidade. Entretanto, este efeito de normalização das vendas deve ser lento. “Não temos uma previsão a curto prazo de uma melhora. Com a regressão da pandemia, podemos ter uma retomada da comercialização e vender a totalidade da produção. Mas esse retorno tem um período ainda de expectativa”, destaca. O presidente da Apil/RS informa que já existem notícias no Brasil de indústrias que não tem recebido o leite por não ter capital de giro para poder pagar. “A indústria deverá ter uma retomada mais curta e é preciso fazer um trabalho para a manutenção de produção e dos postos de trabalho”,...
Revista Leite  & Queijos

Revista Leite & Queijos

Associados, informamos que a revista Leite & Queijos está em processo de impressão em gráfica. Em breve, a edição nº 44 estará disponível para distribuição. Clique para leitura virtual....
Comunicado – COVID-19

Comunicado – COVID-19

A Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil/RS) vem por meio desta nota reforçar que seus associados, neste momento em que o mundo enfrenta a pandemia relacionada ao Coronavírus (COVID-19), estão mantendo suas produções já que fazemos parte de uma atividade extremamente essencial que é a alimentação e o abastecimento à população. Para isso, estamos trazendo recomendações fundamentais para a manutenção das atividades, lembrando sempre que nossos laticínios já realizam intenso controle de higienização na linha de produção. – Aos funcionários que trabalham em setores administrativos, recomendamos a realização do Home Office neste momento; – Aos que se mantém na linha de produção, redobrem os cuidados já realizados normalmente e sigam os protocolos indicados pelas autoridades em saúde; – Aos transportadores, que tomem cuidados com a higienização em todo o caminho, desde o recebimento até a entrega do produto na indústria; – Alguns de nossos associados já adotaram o sistema de delivery no contato direto ao consumidor. Aos que possuem esta venda direta, que reforcem estes canais de vendas; De toda a forma para que possamos continuar com a missão de produzir alimentos e evitar desabastecimento, a Apil/RS pede à sociedade que cumpra com as determinações das autoridades de manter o isolamento até segunda ordem e sair o minimamente possível apenas para o que for necessário. Acreditamos que se cada um contribuir da sua forma, podemos logo vencer este momento de...
Impactos da reforma tributária geram debate em Reunião da Aliança Láctea Sul Brasileira

Impactos da reforma tributária geram debate em Reunião da Aliança Láctea Sul Brasileira

  A reforma tributária foi um dos principais temas debatidos na Reunião da Aliança Láctea Sul Brasileira, realizada no dia 13 de março, na sede da Farsul, em Porto Alegre (RS). O presidente da  Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil/RS), Delcio Giacomini, e a diretora da entidade, Magali Ferrari, participaram do evento. A Associação passou a ter representatividade neste fórum público-privado. Um estudo sobre a reforma tributária apresentado pela Viva Lácteos, Associação Brasileira de Laticínios, destacou o impacto que o  setor lácteo sentirá com as propostas que estão sendo discutidas em uma comissão mista do Congresso Nacional. O debate está entre duas PECs, a 45 e a 110, e, conforme o estudo, em  todas as propostas se não houver um regime diferenciado para os pequenos produtores de leite, pessoa física ou jurídica, eles passarão também a contribuir com o IBS, Imposto sobre Bens e Serviços. De acordo com Magali, se estas propostas iniciais forem mantidas, o crédito presumido poderá ser extinto. Portanto, a diretora da Apil/RS ressalta que é necessário manter a tributação nos atuais patamares, assim como as conquistas tributárias alcançadas até hoje. “Com a aprovação de qualquer uma das duas PECs, o pequeno produtor irá pagar mais impostos por litro de leite, uma vez que utiliza menos insumos”, alerta. Segundo o presidente da Apil/RS, a expectativa do setor é de que a reforma tributária traga benefícios para a indústria e o produtor, porém a forma como está sendo elaborada pelo governo, trará muitas dificuldades, especialmente para os pequenos laticínios. “Pelo menos precisamos nos igualar com as grandes indústrias em conquistas de...