Superação foi a marca dos pequenos e médios laticínios gaúchos em 2020

Superação foi a marca dos pequenos e médios laticínios gaúchos em 2020

As pequenas e médias indústrias de laticínios do Rio Grande do Sul trabalharam com superação neste ano de 2020 em que o mundo enfrentou a pandemia de Covid-19. As normas sanitárias exigidas para evitar o contágio da doença mudaram a rotina dentro das plantas industriais da cadeia láctea. Porém, após o primeiro impacto com todas as mudanças advindas do distanciamento social, o setor aprendeu a conviver com a situação e ir em busca de soluções. O presidente da Associação das Pequenas e Médias Indústrias de Laticínios do Estado (Apil), Délcio Giacomini, afirma que foram impostos muitos desafios, mas o trabalho desenvolvido de forma inteligente, utilizando a tecnologia a seu favor, ajudou o setor a administrar os impasses e dificuldades. “Enfrentamentos questões de mercado com a mudança no hábito dos consumidores nos adaptando e nos reiventando”, salienta. Conforme Giacomini, a Apil por meio de sua direção, associados e colaboradores, trabalhou intensamente com o objetivo de apoiar o setor. “A distância não nos separou mas, sim, fortaleceu os nossos laços através de reuniões virtuais semanais e mensais para tratar de temas importantes ligados à produção e industrialização do leite e seus derivados”, comenta o dirigente, lembrando também a participação em vários encontros junto a outras entidades do setor e o poder público estadual e federal. Giacomini ressalta que apesar da estiagem que vem atingindo o Estado desde 2019 e prejudicando a produção, a expectativa para 2021 é de uma melhora no cenário, inclusive com a possibilidade da chegada de uma vacina contra a Covid-19 já no primeiro trimestre do ano. “Cada laticínio tem a sua região de abrangência, por isso, além...

Câmara Setorial do Leite vai solicitar prorrogação do decreto que trata dos créditos presumidos

A Apil esteve presente nesta terça-feira, dia 08 de dezembro, na reunião extraordinária da Câmara Setorial do Leite, da secretaria estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural. O tema principal foi a questão dos créditos presumidos do ICMS, cuja validade do decreto que trata do assunto se encerra no final deste mês de dezembro. De acordo com o assessor executivo da Associação, Osmar Redin, a Câmara encaminhará por meio do secretário Covatti Filho uma solicitação ao governo do Estado defendendo a prorrogação do decreto com a manutenção dos créditos presumidos nos níveis atuais. O projeto de lei nº 246 de 2020 referente à Reforma Tributária também foi tratado no encontro realizado de forma virtual. Vários pontos do projeto causam preocupação e, segundo Redin, os integrantes da Câmara Setorial do Leite também definiram o encaminhamento ao governo estadual de uma proposta mantendo os créditos tributários nos mesmos níveis praticados atualmente para o setor lácteo. “O objetivo é evitar um desequilíbrio entre os estados, principalmente no que se refere ao leite que vem de fora do território gaúcho, assim como manter internamente um equilíbrio entre os produtos do setor”, explica Redin. Outro tema debatido foi o Fundoleite, cujo decreto ainda está tramitando na Secretaria da Fazenda. “Esta demora preocupa muito porque sem o decreto os projetos do Fundoleite não evoluem”, salienta Redin. A  reunião da Câmara Setorial do Leite debateu, ainda, estiagem e elevação dos custos da pecuária leiteira, especialmente em nível de produtor. O assessor executivo da Apil observa que a Emater manifestou preocupação com o fato de que não há produtos armazenados para alimentação do gado leiteiro e os...
Indústrias fazem campanha para esclarecer sobre queijos análogos

Indústrias fazem campanha para esclarecer sobre queijos análogos

A Associação das Pequenas e Médias Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil) está se juntando em campanha com outras entidades pelo Brasil para combater os chamados queijos análogos. Este tipo de produto tem finalidade de imitar um determinado alimento mudando parcialmente ou totalmente alguns de seus ingredientes. Porém, muitas vezes, a substituição de matérias-primas tem como principal objetivo a redução de custo, e neste caso, pode haver a utilização de produtos de qualidade nutricional inferior. No caso dos queijos, a substituição pode ser por amido de batata e gordura vegetal. O queijo análogo pode ser obtido por meio de mistura de vários ingredientes, lácteos ou não, usando técnicas similares às utilizadas na fabricação de queijos processados com a principal finalidade de obter um produto que possui aparência, textura, sabor, aroma, propriedades tecnológicas semelhantes ao queijo que se deseja imitar. Dependendo da origem das proteínas ou gorduras, se são de origem láctea ou vegetal, os queijos análogos podem ser classificados fortuitamente em derivados do leite, parcialmente derivados. O presidente da Apil, Delcio Giacomini, lembra também da defesa do produtor, que já amarga diversos prejuízos como a alta de custos. Avalia que a entrada deste tipo de produto no mercado também prejudica o dentro da porteira. “O consumidor não olha no rótulo o que está comprando e se confunde, e isto é prejudicial à saúde. O leite e o queijo natural não é. Isto está tomando espaços dos produtores. Estamos engajados nesta campanha junto ao consumidor para que ele chegue no mercado ou no restaurante e possa estar especificado que tipo de queijo ele está comendo”, explica. Segundo...
NOTA DE PESAR

NOTA DE PESAR

A Associação das Pequenas e Médias Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil) lamenta com pesar o falecimento do ex-subsecretário do Parque de Exposições Assis Brasil, Sérgio Foscarini (Bandoca). Ele foi um parceiro fundamental na realização do sonho da nossa sede da entidade dentro do parque e um grande amigo que muito apoiou a nossa associação em todos os momentos. A Apil se solidariza com familiares e amigos neste momento de...

Especialista explica Lei Geral de Proteção de Dados na Prosa Apil

Ainda desconhecida por muitos brasileiros, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor em setembro e estará em pauta no próximo Prosa Apil: 26 de novembro, às 19h, no Facebook oficial da Associação. Os esclarecimentos sobre a série de obrigações e regras e eventuais condenações pelo descumprimento da legislação serão expostos pela advogada Carolina Gomes de Oliveira. A especialista integra a equipe do novo sócio parceiro da Apil, a Borghetti & Von Brock. Na oportunidade, o sócio do escritório advocatício Iuri Von Brock irá apresentar os diferenciais em serviços prestados em direito tributário e...

Nota de pesar

A Associação das Pequenas e Médias Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil), comunica, com pesar, o falecimento de Avelino Doro Cichelero, um dos proprietários da Granja Cichelero, de Carlos Barbosa (RS), ocorrido no último sábado, 14 de novembro de 2020. Patriarca da família, deixa a esposa Teresinha e três filhos: Daniel, Suzana e Evandro, além de noras, genro e netos. A Apil se solidariza com familiares e amigos neste momento de...

Boas-vindas à nova sócia parceira

Borghetti & Von Brock , nova sócia parceira da Apil, com sede em Caxias do Sul, na Serra gaúcha, é empresa voltada a serviços jurídicos, especializada nas áreas tributárias e de organização patrimonial (societária), tendo prestado serviços a diversos Laticínios associados.  Mais informações no site...

Pequenos e médios laticínios gaúchos registram alta durante a pandemia

Após o início de um quadro de apreensão causado pela pandemia do Novo Coronavírus, os pequenos e médios laticínios do Rio Grande do Sul tiveram recuperação ao longo do ano. Um dos principais motivos foi o reforço do auxílio emergencial, que manteve o consumo dos alimentos para a população. A adaptação ao mercado consumidor também fez com que houvesse uma rápida reação do setor. Conforme o assessor executivo da Associação das Pequenas e Médias Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil), Osmar Redin, quando a pandemia chegou, ocorreu uma queda nos preços, especialmente dos queijos. “Mas com a mudança de hábito do consumidor e a agilidade das pequenas indústrias em chegar a este consumidor, o mercado começou a absorver este fato e consumir mais produtos lácteos, tanto que tivemos um belo crescimento nestes últimos meses”, destaca. Para Redin, o mercado começa a dar sinais de estabilidade de consumo, com variação entre produtos da cadeia láctea. “Teremos produtos que vão continuar subindo o consumo, outros vão se estabilizar e alguns podem até cair. Estamos vendo que o poder aquisitivo do consumidor está começando a chegar no limite”, observa. O dirigente salienta que o valor do auxílio emergencial ajudou muito na manutenção e crescimento do mercado, já que a alimentação foi o item prioritário na utilização destes recursos. “Neste período o consumidor aplicou na alimentação. Isso significa que é importante estes auxílios sociais possam ter uma qualidade na alimentação”, ressalta...

Granja Cichelero apresenta trajetória centenária na Prosa Apil

A próxima edição do Prosa Apil apresentará a experiência empreendedora da Granja Cichelero. São mais de 100 anos de trajetória do laticínio que se destaca por adotar medidas tecnológicas atualizadas, como um sistema de ordenha robótica. A live com o sócio-proprietário, Daniel Cichelero, será na próxima quinta-feira (12/11), às 19h. Não perca! A transmissão será através da página oficial da Apil no Facebook! Transmissão: https://www.facebook.com/apilrs/ Hora:...
Reunião da Aliança Láctea Sul Brasileira debate reforma tributária, exportação e importação

Reunião da Aliança Láctea Sul Brasileira debate reforma tributária, exportação e importação

Reforma tributária federal, importações e exportações de lácteos fizeram parte dos temas debatidos nesta sexta-feira, 6 de novembro, na reunião virtual da Aliança Láctea Sul Brasileira. A Apil esteve representada pela Diretora Dra Magali Ferrari e pelo Assessor Executivo Osmar Redin. A reunião também contou com a presença de representantes de entidades da cadeia leiteira e das secretarias da Agricultura do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além das Federações: Farsul, Faesc e Faesp. De acordo com Redin, durante o encontro houve a apresentação do projeto CompeteleiteBR e debate sobre questões sanitárias dos três estados da Região Sul visando a busca de mercado internacional para os lácteos.  Também foi tradada a troca da coordenação da Aliança Láctea Sul Brasileira, feita pelo Estado do Rio Grande do Sul até o momento e que a partir desta data passa a ser exercido pelo Paraná,  por Ronei Volpi, da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faesp).  Ficou definido, ainda, que Alexandre Guerra, presidente do Sindilat, continuará representando a Aliança Láctea na Câmera Setorial do Leite. junto ao Ministério da Agricultura (Mapa). Também foram debatidos o comportamento dos produtos lácteos durante a pandemia de Covid-19, o auxílio emergencial do governo federal, o câmbio da moeda brasileira em relação ao dólar, a falta de insumos e a elevação dos custos tanto em nível de indústria quanto em nível de produtor. Na questão da importação, Redin ressalta que uma das conclusões da reunião é que, neste momento, o Brasil não tem mecanismos para bloquear estas entradas que passaram de 9 mil toneladas de leite no início da pandemia para cerca de 24 mil...