Marca coletiva vai contemplar pequenas indústrias de laticínios

Objetivo do projeto é fortalecer produtos das pequenas e médias empresas frente ao consumidor A Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil/RS) apresentou , durante o terceiro Encontro Latinoamericano para Pequenas e Médias Empresas Lácteas (PMES Lácteas), a marca Lyt Lácteos. A utilização da marca já foi aprovada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e os produtos deverão atender diversos critérios definidos no regulamento de uso, entre eles o de qualidade, como o registro nos Serviços de Inspeção dos Produtos de Origem Animal. De acordo com o secretário executivo da Apil/RS, Alexandre Rota, A marca coletiva é uma ferramenta estratégica para fortalecer o produto frente ao consumidor final. Afirma que a marca Lyt Lácteos reúne o que há de melhor na produção dos pequenos laticínios gaúchos, com o selo de pureza da Associação. “A Lyt já nasce forte, com excelência de qualidade,” garante. A introdução do uso das marcas coletivas nas pequenas e médias empresas pode gerar uma mudança significativa, inovando e iniciando outra trajetória de desenvolvimento das pequenas indústrias lácteas gaúchas. Entre as vantagens estão o fortalecimento da identidade dos produtos, auxílio no processo de promoção, difusão e marketing, acesso ao conhecimento, além de segurança jurídica e compartilhamento de custos de divulgação da marca.  Para participar da Lyt Lácteos devem ser observados critérios como ser associado da Apil/RS, atender às normativas técnicas de produtos, possuir sistema de controle e registros que comprovem a qualidade e volume dos produtos elaborados, assim como fornecer à associação informações e relatórios sobre o produto e sua comercialização, o produtor que está associado tem que se sentir seguro com o processo de comercialização. “Portanto, ele...

Excesso de chuvas no sul do Brasil e a seca no centro-oeste reduziram a oferta de leite no mercado interno

O excesso de chuvas no sul do Brasil e a seca no centro-oeste reduziram a oferta de leite no mercado interno, forçando para cima os preços dessa matéria-prima. Refletindo essa situação altista, o Conselho Paritário Produtor/Indústria de Leite do Estado de Santa Catarina (Conseleite) anunciou nesta quinta-feira, dia 19, os novos valores de referência para este mês com aumento de 2 centavos (ou 1,5%) sobre os preços do mês...

Preço de referência do Leite projetado para o mês de maio

O preço de referência do Leite projetado para o mês de maio ultrapassou a casa de R$ 1,00. Segundo dados divulgados pelo Conseleite/RS na sexta-feira (20/5), na Fenasul, em Esteio, o valor médio deve ficar em R$ 1,0091 o litro, 2,07% a mais do que o valor consolidado no mês de abril, que ficou em R$...

Workshop SISPEL+20

Convidamos V.Sª. a participar do Workshop SISPEL+20, alusivo às comemorações dos 20 anos do SISPEL (Sistema de Pesquisa e Desenvolvimento em Pecuária Leiteira). O evento tem como objetivo principal a integração entre as instituições de pesquisa, desenvolvimento e inovação com a cadeia produtiva do leite, no sentido de apresentar as principais tecnologias, processos, produtos e serviços que a Embrapa disponibiliza para a sociedade, assim como discutir as tendências e elencar as prioridades para o desenvolvimento da Bovinocultura de Leite para os próximos 20 anos. A Embrapa entende que a parceria, não só nas ações em curso, mas no planejamento das ações futuras, são de extrema importância para todos os elos da cadeia produtiva, o que fortalece a capacidade da empresa para...

Veterinários e RTs concluem primeiro curso de BPF no Estado

A formação ocorreu graças a uma parceria do IGL com o Senais-RS Foi concluído nesta quarta-feira (18) o primeiro treinamento de Boas Práticas de Fabricação (BPF) para 28 responsáveis técnicos de pequenas queijarias e fiscais do Sistema de Inspeção Municipal de mais de 20 municípios do interior do Rio Grande do Sul. A formação de 16 horas foi custeada pelo Instituto Gaúcho do Leite (IGL) com recursos do Fundoleite. Na avaliação do diretor executivo do IGL, Ardêmio Heineck, que participou do encerramento do curso na sede da Famurs, em Porto Alegre, esse tipo de conhecimento é extremamente importante para aportar ganho de qualidade aos produtos lácteos dos pequenos laticínios gaúchos. “Nós sabemos produzir, temos volume, mas precisamos aperfeiçoar a criação de mercados e agregar valor. Além disso, precisamos promover a capilaridade na qualidade da produção”, salientou ele. Por contarem apenas com SIM, muitas dessas empresas artesanais ficam limitadas a comercializar queijos, leite, iogurte, entre outros, apenas nos seus municípios de origem. Isso tem reflexo direto para o elo mais frágil da cadeia. “Seis por cento dos produtores estão salvos, “têm o milho no paiol”, mas 45% estão em vias de sair do sistema.” O treinamento de BPA tem como base a metodologia do PAS Leite, que baseia-se nas regras da Portaria 368 e da Instrução Normativa 62 (IN 62), e no Estado é aplicado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Rio Grande do Sul (Senai-RS). Segundo uma das duas instrutoras, a engenheira de alimentos Mariana Lenzi Nodari, os profissionais, a maioria médicos veterinários, chegaram com muitas dúvidas em relação à fiscalização. Na avaliação da profissional, eles voltam com...

Campanha “A gente faz bem para o leite”, do IGL, inicia nova fase trazendo mães de personalidades gaúchas

A campanha a “Gente faz bem para o leite”, do Instituto Gaúcho do Leite (IGL), entra para sua segunda fase no dia 18 de maio com uma força-tarefa especial. As mães de três personalidades gaúchas, Reni Raath, mãe da modelo e apresentadora Anna Hickmann, a Marlene Fagundes, mãe do músico Neto Fagundes, Célia Maria, mãe do lutador Fabrício Werdun, mostram para o público a receita para o sucesso dos filhos. As mães estarão presentes tanto nos anúncios e cartazes da campanha que reforça os benefícios do leite com o slogan “Leite Faz Bem”, quanto por meio depoimentos nas propagandas apontando de forma emotiva o quanto o leite foi fundamental na alimentação dos famosos. O foco desta fase é ressaltar as qualidades do leite, como explica um dos diretores da Agência Condão, Daniel Foscarini. “A campanha começou tratando o trabalho do instituto e sua função de balizar a qualidade do leite produzido no Estado. A segunda fase será para focar nos benefícios do leite e derivados de uma forma mais descontraída e bem-humorada, onde as mães dessas personalidades explicam as suas receitas de sucesso”, explicou. A idealização da segunda fase da campanha é da Agência Condão. A Bit Conteúdo se encarregará do desdobramento online dessa segunda fase da campanha. A campanha “A Gente faz bem para o leite” teve início no dia 24 de março, se estenderá até dezembro deste ano, posicionando o leite gaúcho como um alimento que passa credibilidade e é nutricionalmente saudável. Sobre o Instituto Gaúcho do Leite O Instituto Gaúcho do Leite (IGL) é uma associação privada, sem fins lucrativos, representativa do setor produtivo do leite...

Veterinários e RTs concluem primeiro curso de BPF no Estado

A formação ocorreu graças a uma parceria do IGL com o Senais-RS Foi concluído nesta quarta-feira (18) o primeiro treinamento de Boas Práticas de Fabricação (BPF) para 28 responsáveis técnicos de pequenas queijarias e fiscais do Sistema de Inspeção Municipal de mais de 20 municípios do interior do Rio Grande do Sul. A formação de 16 horas foi custeada pelo Instituto Gaúcho do Leite (IGL) com recursos do Fundoleite. Na avaliação do diretor executivo do IGL, Ardêmio Heineck, que participou do encerramento do curso na sede da Famurs, em Porto Alegre, esse tipo de conhecimento é extremamente importante para aportar ganho de qualidade aos produtos lácteos dos pequenos laticínios gaúchos. “Nós sabemos produzir, temos volume, mas precisamos aperfeiçoar a criação de mercados e agregar valor. Além disso, precisamos promover a capilaridade na qualidade da produção”, salientou ele. Por contarem apenas com SIM, muitas dessas empresas artesanais ficam limitadas a comercializar queijos, leite, iogurte, entre outros, apenas nos seus municípios de origem. Isso tem reflexo direto para o elo mais frágil da cadeia. “Seis por cento dos produtores têm milho no paiol, mas 45% estão em vias de sair do sistema.” O treinamento de BPA tem como base a metodologia do PAS Leite, que por sua baseia-se nas regras da Portaria 368 e da Instrução Normativa 62 (IN 62), e no Estado é aplicado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Rio Grande do Sul (Senai-RS). Segundo uma das duas instrutoras, a engenheira de alimentos Mariana Lenzi Nodari, os profissionais, a maioria médicos veterinários, chegaram com muitas dúvidas em relação à fiscalização. Na avaliação da profissional, eles voltam com muito...

Indústria brasileira ainda trabalha para aperfeiçoar a NR-12, cinco anos após entrar em vigor

Desde 1º de janeiro de 2014, todo carro zero quilômetro produzido no Brasil passou a sair da montadora equipado com airbags para motorista e passageiro e freios ABS, um sistema antitravamento acionado na hora da frenagem. Avanço indiscutível para melhorar a segurança no trânsito, a medida continha um detalhe discreto, mas fundamental: os donos de parte dos 44,5 milhões de veículos em circulação, à época, que não dispunham dos itens, não foram obrigados a rumar às oficinas e custear sua instalação, adequando o velho ao novo, sob pena de serem multados. A história acima serve para traçar um importante paralelo sobre como mudanças tão significativas, quando concebidas sem avaliação prévia de impactos, podem disseminar um desarranjo em setores da economia. No caso da indústria brasileira, a grande mudança veio na forma da Norma Regulamentadora nº 12 (NR-12), o conjunto de padrões de segurança de máquinas e equipamentos nas linhas de produção, vigente desde dezembro de 2010. Ao contrário da nova regra de airbags e ABS, no entanto, a NR-12 abrangeu todo o parque industrial, exigindo alterações em centenas de milhares de máquinas usadas país afora. Aplicada à vida real, a NR-12 passou a considerar irregular todos os equipamentos instalados antes de 2010. Máquinas fabricadas e adquiridas dentro da lei e dos padrões de segurança e sem histórico de acidentes, da noite para o dia, poderiam ser lacradas e as empresas, multadas. “A distinção não deve ser feita entre uma máquina nova ou usada, mas sim entre segura e insegura. Não é razoável que uma norma retroaja e jogue na ilegalidade quase todo um parque industrial”, diz Alexandre Furlan, presidente...