Apil parabeniza novo superintendente do Mapa/RS

  A Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil/RS) parabeniza o auditor fiscal federal agropecuário Roberto Schroeder, que assumiu novamente o cargo de superintendente federal da Agricultura no Estado. O nome do médico veterinário foi publicado no Diário Oficial da União na quinta-feira, dia 11 de agosto. Schroeder reassume para dar continuidade ao plano de trabalho iniciado e desenvolvido ao longo dos nove meses em que esteve à frente da superintendência. De maio de 2015 a fevereiro de 2016, sendo três primeiros meses como interventor, Schroeder promoveu grandes avanços na superintendência gaúcha, com a organização do trabalho dos servidores e a solução de pendências que vinham historicamente prejudicando o desenvolvimento pleno das atividades no Rio Grande do Sul. Roberto Schroeder é médico veterinário pela Faculdade de Veterinária da Ufrgs, mestre em Ciências Veterinárias (Ufrgs) e em Desenvolvimento Rural Internacional pela The Royal Agricultural College, a instituição mais antiga de ensino superior em ciências agrárias do Reino Unido. No Ministério da Agricultura, já trabalhou em diversos departamentos, entre eles no Serviço de Fiscalização de Insumos Agropecuários e na Divisão de Politica, Produção e Desenvolvimento Agropecuário....

Apil/RS na Rede

A Apil/RS acaba de criar sua fan page no facebook. A página www.facebook.com/pequenasindustriasdelaticinios é voltada para o setor lácteo e o público em geral. O objetivo dessa nova ferramenta de comunicação é apresentar a sociedade gaúcha as novidades, os produtos e  todo trabalho desenvolvido pelas pequenas agroindústrias do Estado, responsáveis por cerca de 70% de todo queijo produzido no Rio Grande do...

Promotor Rockembach recebe associados da Apil/RS

O promotor de Justiça da Especializada Criminal, Mauro Rockembach, recebeu o presidente da Apil/RS, Wlademir Dall´Bosco, e um grupo de associados da entidade para uma reunião, na sede do Ministério Público, em Porto Alegre.

Associados da Apil vencem Concurso Estadual de Queijos

Laticínios Associados da Apil/RS tiveram participação destacada no 2º Concurso Estadual de Queijos, realizado no município de Carlos Barbosa, dia 23 de julho, durante a realização do Festiqueijo. Entre as marcas melhores colocadas estão a Lacmax (Comercial Lacmax), Mandaká Lacticínios Boa Vistense), São Luiz (Ind. De Beneficiamento de Leite de Marau Ltda), Friolack (Laticínio Friolack Ltda), Kiformaggio (Laticínios Kiformaggio Ltda). Organizado pela Associação Gaúcha de Laticinistas e Laticínios (AGL), o Concurso conta com 11 juízes que avaliaram características como: cor, formato, sabor, odor, textura e aparência da massa. O julgamento envolveu laticínios que competiram com seus melhores queijos das variedades Mussarela, Prato Lanche, Minas Frescal, Ricota, Coalho, Colônia O presidente da AGL, Ernesto Enio Budke Krug, conta que o concurso, a cada ano, envolve mais empresas e conta com maior interesse do público. “Nosso objetive é mostrar a qualidade dos queijos produzidos no Estado,além de promover o interesse por um produto tão nobre como o queijo, assim como acontece no exterior”, afirma. Também fez parte da programação do Festiqueijo, o 19° Seminário Nacional e Internacional do Leite e Queijos, que contou com a participação do presidente da Apil/RS, Wlademir Dall`Bosco, além do 2° Curso de Juízes de Queijos. Confira os resultados do 2º Concurso Estadual de Queijos:   CATEGORIA: MUÇARELA COLOCAÇÃO EMPRESA MARCA CIDADE 1º LUGAR COMERCIAL LACMAX LACMAX MARQUÊS DE SOUZA 2º LUGAR LACTICINIOS BOA VISTENSE MANDAKÁ NOVA BOA VISTA 3º LUGAR INDÚSTRIA DE BENEFIAMENTO DE LEITE MARAU LTDA. SÃO LUIZ MARAU   CATEGORIA: LANCHE-PRATO COLOCAÇÃO EMPRESA MARCA CIDADE 1º LUGAR LATICÍNIO FRIOLACK LTDA. FRIOLACK CHAPADA 2º LUGAR INDÚSTRIA DE BENEFIAMENTO DE LEITE MARAU LTDA. SÃO LUIZ MARAU...

NOTA À IMPRENSA

A Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil/RS) vem manifestar sua total colaboração às investigações da 11ª etapa da Operação Leite Compen$ado e da 4ª Operação Queijo Compen$ado desencadeadas pelo Ministério Público no Estado do Rio Grande do Sul, nesta terça-feira, dia 5 de julho. Além de se colocar à disposição para quaisquer esclarecimentos, a entidade também defende o direito à ampla defesa das empresas de laticínios envolvidas. Cabe ressaltar que Apil/RS tem total preocupação com questões de inspeção e inocuidade dos produtos dos seus associados, inclusive, oferecendo orientação e assessoria técnica. Todo o associado da Apil/RS é obrigado a estar em dia com as obrigações de inspeção. A Apil/RS destaca ainda a importância da representatividade das pequenas e médias empresas de lácteos no mercado gaúcho, que dobrou nos últimos cinco anos, segundo dados da entidade. Atualmente, os 56 associados da Apil/RS produzem 2,3 milhões de litros de leite por dia, o que representa 18% do total da produção gaúcha. Já em relação ao queijo, este número chega a 65% de tudo o que é produzido no Estado. São cerca de 15 mil propriedades em 280 municípios do Rio Grande do Sul envolvidas nesta cadeia, que gera 1,6 mil empregos diretos.   WLADEMIR PEDRO DALL’BOSCO Presidente da...

Comissão da Agricultura, Pecuária e Cooperativismo aborda fornecimento de energia no campo

O Instituto Gaúcho do Leite (IGL), recebeu na última quinta-feira (16), documento com os encaminhamentos da Subcomissão de Energia Elétrica do Meio Rural, que integra a Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. O relatório também foi entregue ao Ministério Público Estadual, Agergs, AES Sul, Aneel, CEEE e RGE. O documento será utilizado por órgãos responsáveis, como Ministério Público e Agergs, para encaminhar melhorias na infraestrutura energética que abastece o campo. Do ponto de vista do leite, o levantamento socioeconômico produzido pelo IGL, em parceria com a Emater, aponta que 32% das propriedades são deficitárias de acesso à energia elétrica, o que impossibilita muitos produtores de usufruir do acesso à tecnologia no campo com intuito de qualificar e aprimorar suas produções. Inclusive os encaminhamentos serão um adendo para que o IGL aborde durante seminário técnico na próxima terça-feira (21), que tem, dentre seus temas, a energia elétrica no campo. O evento, coordenado pelo Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP), contará com um grupo de 50 a 60 especialistas do setor lácteo gaúcho, onde serão analisados o relatório socioeconômico produzido pelo IGL em parceria com a Emater. Durante a sessão da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, estiveram presentes os deputados Zé Nunes, Zilá Breitenbach, Edson Brum e o presidente da comissão, deputado Adolfo Brito. Para o deputado Edson Brum, o relatório é um reflexo de como está a situação atual do fornecimento de energia no meio do campo. “Esse documento está muito completo e traz revindicações dos produtores gaúchos no que se refere...

Cadeia leiteira do RS projeta plano para os próximos 6 anos

Encontro teve a participação de diversas entidades do setor lácteo do RS   Quarenta e quatro especialistas do segmento leiteiro gaúcho, representando todos os elos da cadeia, participaram da segunda reunião do projeto que criará, ainda em 2016, o planejamento estratégico da cadeia produtiva do leite gaúcho, promovido pelo Instituto Gaúcho do Leite (IGL). A iniciativa, que ocorreu nesta terça-feira (21), em Porto Alegre, conta com a coordenação técnica do Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP). Entidades com ampla representatividade como Famurs, Fetag, Apil, Unicafes; instituições como FEE, Senai e Emater; as universidades UPF e Univates,  além de associações das raças Jersey e Holandês e cooperativas, ajudaram a construir um diagnóstico setorial inédito no Rio Grande do Sul e projetar soluções de longo prazo, para os próximos 6 anos. Na reunião foi proposto aos participantes, que estavam divididos em cinco mesas, que trocassem de lugar com seus colegas para debater a cadeia leiteira sob todos os pontos de vista, analisando as fortalezas, fraquezas, oportunidades e ameaças do segmento.  Para o presidente do IGL, Gilberto Antonio Piccinini, a reunião superou as expectativas, tanto em presença de público quanto em qualificação dos envolvidos. “A variedade de pessoas que estavam presentes permitiu uma análise completa do segmento, visto por diferentes perspectivas”, comentou. Cada mesa contava com um representante e mediador de um elo diferente da cadeia: produtor, indústria, fornecedor e consumidor. A esse mediador cabia a função de comunicar aos demais os gargalos de seu elo, que contribuíram com sugestões, ideias e problemas. “O segmento trabalhava em ilhas, sem uma visão conjunta. A metodologia do PGQP nos proporcionou uma construção participativa...

Cadeia leiteira do RS projeta plano para os próximos 6 anos

Encontro teve a participação de diversas entidades do setor lácteo do RS Quarenta e um especialistas do segmento leiteiro gaúcho, representando todos os elos da cadeia, participaram da segunda reunião do projeto que criará, ainda em 2016, o planejamento estratégico da cadeia produtiva do leite gaúcho, promovido pelo Instituto Gaúcho do Leite (IGL). A iniciativa, que ocorreu nesta terça-feira (21), em Porto Alegre, conta com a coordenação técnica do Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP). Entidades com ampla representatividade como Famurs, Fetag, Apil, Unicafes; instituições como FEE, Senai e Emater; as universidades UPF e Univates,  além de associações das raças Jersey e Holandês e cooperativas, ajudaram a construir um diagnóstico setorial inédito no Rio Grande do Sul e projetar soluções de longo prazo, para os próximos 6 anos. Na reunião foi proposto aos participantes, que estavam divididos em cinco mesas, que trocassem de lugar com seus colegas para debater a cadeia leiteira sob todos os pontos de vista, analisando as fortalezas, fraquezas, oportunidades e ameaças do segmento.  Para o presidente do IGL, Gilberto Antonio Piccinini, a reunião superou as expectativas, tanto em presença de público quanto em qualificação dos envolvidos. “A variedade de pessoas que estavam presentes permitiu uma análise completa do segmento, visto por diferentes perspectivas”, comentou. Cada mesa contava com um representante e mediador de um elo diferente da cadeia: produtor, indústria, fornecedor e consumidor. A esse mediador cabia a função de comunicar aos demais os gargalos de seu elo, que contribuíram com sugestões, ideias e problemas. “O segmento trabalhava em ilhas, sem uma visão conjunta. A metodologia do PGQP nos proporcionou uma construção participativa de...